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Por Diego Pereira.

Dentre várias funções do departamento de Recursos Humanos, a seleção é uma tarefa extremamente minuciosa e requer muito conhecimento e prática para tal. Novos conhecimentos para processos de recrutamento e seleção têm sido construídos a fim de minimizar os erros nas contratações, ou seja, diminuir erros ao escolher candidatos às vagas, fazendo que a competência do mesmo se encaixe ao máximo às exigências do cargo – o chamado perfil.

Remetendo a técnicas comportamentais, o selecionador busca em uma entrevista, colher o máximo de informações sobre o candidato, melhor dizendo, identificando através de detalhes suas competências, assim comparando-as às exigências do cargo a ser ocupado. Nesta fase, o mapeamento do perfil do candidato, é feito de forma minuciosa podendo ser utilizadas diversas ferramentas de RH para tais ações (conversa informal, dinâmicas em grupo, testes de personalidade, provas de conhecimentos gerais ou específicos, dentre outros).

Vivendo na Era Tecnológica, passamos maior parte do tempo conectados em diferentes atratividades que a internet nos propõe  e as redes sociais – chamadas também de relacionamento, é carro chefe desta hiperconexão.É difícil encontrar um trabalhador, ou candidato a trabalhador longe dos perfis nestas redes. Porém, todo cuidado é pouco no que diz respeito à exposição.

Diferente do que pensamos é obscuro o limite entre a separação da vida profissional, e da vida pessoal, desta forma dinamizando estas duas vertentes em um ser que funciona ora como profissional, ora como ser social, que interage entre várias realidades organizacionais. Por não ser claro, muito menos separável a vida profissional  da vida pessoal, recrutadores têm utilizado da espionagem nos perfis das redes socias, a fim de obtenção de informações do candidato,; pois se julga que temos menos pudores em expor nossas ideias nas redes sociais, do que em uma entrevista de emprego formal.

Portanto, ressalto neste breve comentário, que analisar algumas vezes antes de postas algo nas redes é o mesmo que pensar na filtragem do inadequado, desta forma equilibrando as vertentes da exposição em relação ao bom senso daqueles que utilizam estes sites. Lembrando-nos o ditado, em que tudo que dizemos (hoje através de postagens) pode ir contra ou a favor de nós mesmos.

Mestrando em Ciências da Linguagem; especialista em Gestão Estratégica do Capital Humano, e Pedagogia Organizacional e Educação Corporativa; Graduado em Processos Gerenciais e Gestão Empresarial, Formado como gerente de vendas e Professor em diversas áreas dos conhecimentos humanísticos.Palestrante Educacional e Organizacional e Consultor Organizacional.

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